Uma das treze runas da auto-transformação, Othila, diz o seguinte: “O ser humano precisa sentir-se amado, e ser aceito entre os seus.” Esta necessidade também traz consigo o desejo de admiração, que quando levado ao exagero, transforma-se em um dos 7 pecados capitais: a vaidade.
Alegria, alegria, a Ira chegou. Este é o pecado que arrasa quarteirões, vidas, pessoas, relações. Abram alas para a emoção pecadora que destrói – e, no reverso, também pode construir.
Ela vem, algumas vezes devagar, outras vezes mais rápida, chega, nos pega, nos domina e quando nos damos conta a AVAREZA se fez presente, a sacola está em nossa mão e o cartão de crédito na mão da vendedora, feliz com sua gorda comissão.
Eu já disse que a inveja é um sentimento normal que a gente sente por alguma coisa que a gente não tem e que gostaria de ter. Assim, quem nunca sentiu inveja? Absolutamente todo mundo. Aposto que até Madre Teresa e o Dalai Lama.
Quem inventou que a preguiça é um pecado capital não sabia viver. A preguiça é um bem necessário, isso sim. Essa virtude injustiçada serviu de inspiração para grandes invenções: controles remotos, camas enormes, geladeira frost free, tecidos que não amarrotam, serviços de entrega… tantas pequenas e grandes coisas que não existiriam se o ser humano não pensasse sempre em formas de garantir mais tempo e qualidade de ócio.