E o sobrenome?
Por Veridiana Serpa • Dec 18th, 2007 • Seção: TPM
O sobrenome foi criado para informar a origem daquele indivíduo específico, de qual grupo - família - faz parte, é utilizado em grande parte do mundo, na maioria das culturas é passado de pai para filho (a), em outras se utiliza o sobrenome da família materna seguido do sobrenome da família paterna em outros ainda (Espanha e América Hispânica) o sobrenome da família paterna vem seguido do sobrenome da família materna. Na maioria das culturas, o nome do pai geralmente é o nome mantido e passado através das gerações.
No Brasil, até umas duas gerações atrás, muitas mulheres ao casarem caso possuíssem o nome + sobrenome materno + sobrenome paterno, na hora de adicionar o sobrenome do marido, optavam por retirar o sobrenome materno, dessa forma o nome não ficava tão extenso. Já a minha mãe apesar de ter dois nomes + dois sobrenomes, ao invés de retirar um, resolveu agregar o outro, acabou ficando com 2 nomes + 3 sobrenomes.
Nos E.U.A., se eu for procurar na Internet alguma amiga que tenha estudado comigo no 2º grau, caso ela esteja casada, dificilmente irei encontrá-la, pois lá a cultura é diferente, a maioria das mulheres quando casam, simplesmente tiram o sobrenome de solteira e ficam apenas com o sobrenome do marido. Nesse caso, por exemplo, se o nome era Mary Rose Smith e ela casa-se com John Robert Jones, ela tornar-se Mary Rose Jones.
Hoje em dia muitas mulheres brasileiras ao casarem não adotam o sobrenome do marido, algumas vezes por não gostarem, outras por que já possuem nomes extensos e não querem ter que tirar um para adicionar outros, outras vezes para não perderem a identidade, ou simplesmente não vêem motivos para trocá-lo.
Conheço mulheres que casaram e adicionaram o nome do marido, depois se divorciaram de forma nada amigável e mantiveram o sobrenome do ex, isso eu não consigo entender, como carregar um sobrenome pela vida toda de alguém que te fez sofrer? Conheço outras que ao casarem adotaram o sobrenome do marido, porém no dia-a-dia assinam o nome de solteira, e há outras que adicionam e orgulham-se do novo nome.
Uma amiga, foi inovadora, pelo menos a meu ver, sonoramente falando o nome do filho ficava melhor tendo o sobrenome do marido e depois o dela, e com jeito ela conseguiu convencê-lo, o seu filho leva o seu nome como sobrenome principal, mesmo sendo registrado pelo pai.
Como tudo em um relacionamento, a questão do sobrenome deve ser conversada pelo casal antes do casamento, assim como tantas outras que são esquecidas e na hora H acabam causando desentendimentos. Se você está noiva, provavelmente seu marido acha que você irá adicionar o sobrenome dele ao casar, caso seja contrária a essa idéia, converse e mostre seu ponto de vista.
Muitas mulheres acham puro machismo, analisando bem, até tem um machismo envolto na questão, mas com o passar dos anos, tornou-se algo cultural e que para eles é importante ter a esposa carregando o seu sobrenome.
No fundo, o que mais importa é o amor e o respeito que existe no relacionamento, o resto são detalhes, pode parecer que não, mas são sim, meros detalhes, e assim como tudo na vida, se você não prestar atenção aos detalhes, acabará em um emaranhado de pequenos gestos, fatos, “achismos”, e aí sim deixarão de ser meros detalhes. Lembre-se que tudo pode ser combinado, desde que ambos estejam predispostos ao diálogo. O mundo está em constante evolução, hoje já está sendo o passado, apesar da falsa idéia de presente, o futuro é momentâneo, culturas mudam, e juntos casais vão encontrando novas formas de unirem seus nomes e sobrenomes.
Fonte: Wikipedia
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Veridiana Serpa é bacharel em Turismo com ênfase em Eventos, editora do site Firma Produções e dos blogs Geek Chic, 30 e Alguns, Brazilians Abroad (Brasileiros no Estrangeiro), escritora, cineasta com documentário em fase de pós-produção, produtora multimídia Eye Online. Experiência em eventos de pequeno e grande portes, nacionais e internacionais.
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Minha esposa não trocou de sobrenome. Isso que ela é 1+1. Foi mistura de preguiça de trocar diplomas, documentos, etc e de orgulho fêmeo (isso deve existir).
Por mim td bem, o nome é dela mesmo.
ô coisa complicada ser casal… vamos supor que eu encontre um cara bacana, caia de amores e, algum tempo depois, a gente resolve “juntar os panos de bunda”. Suponha que este homem deseje (ao contrário do santo Becher) que eu use o sobrenome dele. Lascou-se! Deixar de ser LuFreitas? UH Baby… Eu conheço algumas mulheres que continuaram com o nome do ex… mas o caso mais estranho, pra mim, é o da minha mãe. Nos meus documentos ela tem o sobrenome do meu pai e no dela, atual, não tem. Um caso civil de dupla personalidade que não precisa de tratamento
Ops, Bender, Bender… desculpe a nossa falha
Meu sobrenome é enorme e só não é ainda maior por que eu tirei “Orleans e Bragança” que estava tumultuando muito a minha possibilidade de ficar incógnito (rsrsrs).
Como é um sobrenome estrangeiro, vou soletrar pra você:
P-E-R-E-I-R-A D-A S-I-L-V-A N-E-T-O.
Pronto, Veri!
Muito bom tudo por aqui também.
Claro que já vai pros meus links!
Beijos e parabéns (mais uma vez. Vou morrer dando os parabéns a você e não vou me cansar disso!).
Moça, tu esqueceu de salientar que agora, pela lei brasileira, o marido pode adicionar o nome da esposa pra si!
=]
Veri, quando casar devo adicionar o nome do marido, não devo retirar o que tenho. Mas vou continuar assinando Cynara Peixoto, de qualquer maneira.
Eu qdo me casei, e olha q já faz mto tempo, resolvi colocar o sobrenome do meu marido, mas deixei bem claro q não tiraria uma vírgula do meu, p/q acredito q o nosso sobrenome tem uma força mto grande na nossa história.
Minha vida começou com meus pais e não com meu marido, se eu tirasse meu sobrenome me sentiria sem passado.
bjus querida!
Eu casei e não mudei nada no meu nome. Bem como a Veri aconselhou, conversei com o maridão sobre isso, antes. Eu acho que a adoção do sobrenome do marido é um costume que fazia sentido na época em que a mulher era totalmente dependente dele, e precisava da validação de um homem perante a sociedade. A adoção do sobrenome era praticamente um certificado de propriedade.
Hoje em dia, já não precisamos disso. O nome é uma das coisas mais pessoais que qualquer pessoa tem, e temos o direito de conservá-lo inalterado. Claro que se a mulher quer adotar o sobrenome do marido tem todo o direito de fazê-lo, mas eu pessoalmente não vejo muito sentido nisso.
Quando eu casar, vai dela querer meu nome ou não. Tá certo, é tradicional, mas ela não é da minha família. Só quero que meu filho tenha Escobar. Aí sim entra meu “orgulho” e vontade de que ele leve adiante o sobrenome da família.
Não me importa o seu idioma, ou onde você está. O meu desejo é o mesmo:
Alemanha: Fröhliche Weihnachten
Bélgica: Zalige Kertfeest
Brasil: Feliz Natal
Bulgária: Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda
Catalão: Bon Nadal
China: Sheng Tan Kuai Loh (mandarín) Gun Tso Sun Tan’Gung Haw Sun (cantonés)
Coréia: Sung Tan Chuk Ha
Croácia: Sretan Bozic
Dinamarca: Glaedelig Jul
Eslovênia: Srecen Bozic
Hispanoamérica: Felices Pascuas, Feliz Navidad
Estados Unidos da América: Merry Christmas
Hebraico: Mo’adim Lesimkha
Inglaterra: Happy Christmas
Finlândia: Hauskaa Joulua
França: Joyeux Noel
País de Gales: Nadolig Llawen
Galego (na Galicia): Bo Nada
Grécia: Eftihismena Christougenna
Irlanda: Nodlig mhaith chugnat
Itália: Buon Natale
Nova Zelândia em Maorí: Meri Kirihimete
México: Feliz Navidad
Holanda: Hartelijke Kerstroeten
Noruega: Gledelig Jul
Polônia: Boze Narodzenie
Portugal: Boas Festas
Romênia: Sarbatori vesele
Rússia: Hristos Razdajetsja
Sérvia: Hristos se rodi
Suécia: God Jul
Tailândia: Sawadee Pee mai
Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucrânia: Srozhdestvom Kristovym
Vietnã: Chung Mung Giang Sinh
E que 2008 seja o ano das suas realizações!
São os votos do "By Oscar Luiz", do "Flainando na Web" e do "Gente Sem Saúde".
Um grande abraço deste amigo extensivo às demais blogueiras daqui!