Não importa as “armas estratégicas” que a Vida use, eu sempre ganho a batalha Dela; Ela já usou armadilhas na forma de grandes problemas, como contas para pagar, falta de dinheiro, visitas, pressa; também tormentas na forma de brigas e desavenças, ou chuva na forma de tristeza e dor pelos que já se foram.
Dezoito anos atrás (Dezoito? PQP, como passa o tempo!!), eu escrevi um texto sobre a amizade. Dedicado aos meus amigos da época. Eu tinha 14 anos.
O texto original está escrito em cursiva, e minhas considerações atuais sobre ele, em fonte normal.
No Dia do Amigo, eu lembrei de um texto que eu escrevi sobre amizade, quando tinha 14 anos.
Lá fui eu, revirar a montanha de cadernos que guardo (e que só cresce, pois apesar do computador, da Internet e do Evernote, continuo sem me separar do papel), até encontrar o bendito.
A Mãe Iemanjá não está velha, Ela é uma das Antigas, uma Antiga Deusa, uma Iara; Ela é do Tempo antes do Tempo e desde o início assumiu essa forma.
Não posso lhe contar o que Juliette fez. Também não posso contar porque ela o fez. O segredo revela-se lentamente. O filme é tenso e possui certo suspense durante toda sua projeção. Porém, a esperança está a espreita nas reuniões com amigos, nos encontros com o delegado ou nas afinidades com um possível affair. A vida tem grande possibilidade de renascimento quando se conta com pessoas que querem nos ajudar nessa dura jornada.