“O mal que nos assola é o que deixamos para trás no sentido de esquecer”.
Ontem a noite não se estrelou, e sobrou apenas um céu profundo e escuro; a Lua não apareceu, mas o Sol brilhou num momento inadequado quebrando os tempos e destruindo os mundos.
Sem objetivos não há entusiasmo possível. Um horizonte, uma meta, um farol, é necessário, para que possamos erguer a cabeça e saber para onde estamos indo. E porque. E de preferência, como chegaremos lá.
Estou com preguiça,
Uma preguiça
Que me embriaga a Alma
E me faz esquecer
Todas as vezes
Que rolei barranca abaixo.
Sempre me considerei uma Serva da Deusa, e há anos uma de minhas Mestras espirituais confirmou-me isto num sonho, quando apontando para mim com o dedo indicador da mão direita, pronunciou as seguintes palavras numa voz profunda e gutural: