Quando eu achava que tudo o que me restava era apenas a esperança de um jamais e as lembranças que ficaram dos sonhos que deixei e das pessoas que amei, a vida me ensinou que ela sempre vale à pena. Que o amor sempre pode florescer outra vez, e que novas lembranças se tecem todos os dias.
Dezoito anos atrás (Dezoito? PQP, como passa o tempo!!), eu escrevi um texto sobre a amizade. Dedicado aos meus amigos da época. Eu tinha 14 anos.
O texto original está escrito em cursiva, e minhas considerações atuais sobre ele, em fonte normal.
No Dia do Amigo, eu lembrei de um texto que eu escrevi sobre amizade, quando tinha 14 anos.
Lá fui eu, revirar a montanha de cadernos que guardo (e que só cresce, pois apesar do computador, da Internet e do Evernote, continuo sem me separar do papel), até encontrar o bendito.
Sem objetivos não há entusiasmo possível. Um horizonte, uma meta, um farol, é necessário, para que possamos erguer a cabeça e saber para onde estamos indo. E porque. E de preferência, como chegaremos lá.
Oba, as novidades! Um resumo do que está rolando ou vai rolar já já: design novo, coluna nova, mais espaços interativos, site e blog do Projeto Deusas…