Diz num livro intitulado “Las Coplas de Manrique”: “…como ao nosso parecer qualquer tempo passado foi melhor…” Hoje lembrando da minha meninice e adolescência, essa frase realmente fez algum sentido.
Vi os Espíritos das Árvores
Dançando na neve,
Desenhando símbolos
Para despertar a Natureza,
É essa espera que não nos permite viajar aos incomensuráveis domínios de nosso ser interior, é essa angustia por uma criação que não acontece.
Este é outro círculo que precisa ser quebrado para que nossa vida possa ser plena; esta plenitude que somente pode ser construída com os pedaços do círculo quebrado.
Não importa as “armas estratégicas” que a Vida use, eu sempre ganho a batalha Dela; Ela já usou armadilhas na forma de grandes problemas, como contas para pagar, falta de dinheiro, visitas, pressa; também tormentas na forma de brigas e desavenças, ou chuva na forma de tristeza e dor pelos que já se foram.
A Mãe Iemanjá não está velha, Ela é uma das Antigas, uma Antiga Deusa, uma Iara; Ela é do Tempo antes do Tempo e desde o início assumiu essa forma.
“O mal que nos assola é o que deixamos para trás no sentido de esquecer”.