Um livro, 33 cartas e o fazer do pão. Assim, com farinha e água, se criam milagres na compreensão.
Depois de falar sobre a Vida Sem Carteira Assinada, eu ia deixar o assunto de lado… Mas dei de cara com um post inspirador da Christine Kane (que leio por obra e arte de dona Nospheratt) que bateu com um outro sobre o que é ser empreendedor… Juntei 1 e 1 e resolvi: antes de seguir num outro assunto muito espinhoso – que ainda não se resolveu – vou falar mais um pouquinho de negócios e espero que seja útil a tod@s noss@s leitor@s.
Semana passada, estava conversando pelo IM com a Maysa e ela perguntou: como é trabalhar sem ter carteira assinada. Como o tempo é curto para todas nós, em vez de contar só para ela a minha vida de empresária autônoma, prometi um post aqui no Deusario, pois sei que muitas deusas também estão nesta batalha.
Um grupo feito sob medida para nós, mulheres, compartilharmos nossos caminhos com segurança e alegria. O sistema se chama Coletivu e é muito fácil de usar. Quem participa do Projeto Deusas pode usar.
Esta semana eu fui abençoada pela Deusa (pelas Deusas…) com a presença de Lina Rothman, enviada pela queridíssima Pakalil, que mora em Seattle. O primeiro efeito da visita de Lina é que estou falando inglês como se tivesse nascido nos Estados Unidos (diz a Lina…). Céus… nem sei direito de onde emergiu tanto inglês, de forma tão tranqüila…
Escrever sobre arquétipos femininos me levou a um balanço de vida. Foram caminhos tortuosos de exploração – em que as guias sempre foram mulheres. Confesso: durante toda a minha infância ouvi que mulheres não valiam a pena. Coisa da minha avó paterna, um verdadeiro estropício – que produziu lindas peças de cerâmica, é verdade. Pra completar, minha altura desde sempre muito acima da média nunca colaborou muito para que eu “encaixasse”.