Importa por que a gente escreve ou o que nossos escritos produzem nos leitores? Uma reflexão pontuada por atchins e um tantinho de febre sobre o que nós fazemos todos os dias, muitas vezes sem maiores preocupações.
Hoje a minha mãe me arrastou para uma festinha de criança (aniversário de 3 anos de um primo). Há muito não coloco os pés num bufê infantil – destes que pipocam por Sampa, com seus arcos feitos de bexigas coloridas, cores fortes, chão branquinho, cantinho para adultos e brinquedos para os pequenos. Este, especificamente, fica num bairro “bom” em S. Paulo, que eu chamo de “Moema feliz”.
To Write Love on Her Arms é um movimento sem fins lucrativos dedicado a levar esperança e ajuda às pessoas que lutam com a depressão, o vício, automutilação e suicídio. TWLOHA existe para encorajar, informar e inspirar, além de investir diretamente no tratamento e na recuperação destas pessoas.
Em um dia de janeiro deste ano de 2009, ao sair do banho e começar a deliciosa rotina de cremes, eu vi outra Lucia no espelho. Uma Lucia velha mesmo, com rugas, muitos outros anos que ainda não vivi… Fiquei emocionada, pois sei que vi a semente da mulher velha que um dia serei. Eu não me assustei, tenho certeza,…
Imperdível: Nick Ellis dublando a música Unbreak My Heart, de Toni Braxton.
Nestas últimas semanas vivemos, lá no LuluzinhaCamp, tempos agitados. Tudo por conta de uma professora universitária, carregada de títulos, que deu uma entrevista milhares de vezes infeliz a uma rádio. O episódio, levantado pela sempre alerta Lu Monte, rendeu uma boa centena de e-mails e uma carta de princípios muito bacana, cuja base foi criada pela pena afiada da Lu e palpitada pelas 102 mulheres-guerreiras do grupo de discussão.