Desde nova eu sempre soube que um dia eu iria me casar, mesmo durante a infância, não me encaixando nos padrões de beleza brasileiros, mesmo na época sem ter nenhum namoradinho enquanto as “bonitinhas” tinham filas de meninos a espera de poder dizer-se namorado e andar de mãos dadas.
Foi-se o tempo que mulher queria um homem que a sustentasse, ou um homem que tivesse carro, ou algo do gênero. Nós, mulheres, somos independentes, resolvidas, lindas, poderosas, e tudo de bom. Então, o que esperamos de nossos parceiros?
Mães, esposas, filhas, primas, cunhadas, sogras, confidentes, amigas …. Deusas. Carregam a força e o poder da transformação da vida, da criação, nos ventres e nas mãos.
Homens e mulheres são diferentes e ponto. Isso não quer dizer que um não possa fazer tudo que o outro faz, exceto o que as diferenças biológicas do gênero impedem, é claro. Mas de resto tudo que um homem faz, a mulher pode fazer e tudo que uma mulher faz, um homem pode fazer.
O sobrenome foi criado para informar a origem daquele indivíduo específico. Na maioria das culturas é passado de pai para filho(a), em outras se utiliza o sobrenome da família materna seguido do sobrenome da família paterna, em outros, ainda, o sobrenome da família paterna vem seguido do sobrenome da família materna.
Ela vem, algumas vezes devagar, outras vezes mais rápida, chega, nos pega, nos domina e quando nos damos conta a AVAREZA se fez presente, a sacola está em nossa mão e o cartão de crédito na mão da vendedora, feliz com sua gorda comissão.