Às vezes eu me sinto um fracasso. Textos não escritos, emails não respondidos, tarefas incompletas, projetos que se tornam pouco menos que impossíveis. E por momentos, sinto ódio de mim mesma. Você sabe bem como é, não é mesmo? Falhar é uma coisa inaceitável para nós. Apesar de que falhar é uma coisa inerente ao ser humano, perseguimos a idéia…
Vivo acreditando que vai chegar aquele dia em que não terei tantas preocupações, em que as coisas acontecerão uma de cada vez, em que os problemas (que serão pequenos) farão fila ordenadamente para acontecer, de modo à não me assoberbar.
Não é fácil lutar contra si mesma. Quando mesmo sabendo que eu deveria fazer isto ou aquilo, me deixo levar pela preguiça, inércia, procrastinação. É cômodo não fazer nada agora, mas isso me acarreta problemas e stress logo ali adiante. Isso se chama auto-sabotagem.
Sem objetivos não há entusiasmo possível. Um horizonte, uma meta, um farol, é necessário, para que possamos erguer a cabeça e saber para onde estamos indo. E porque. E de preferência, como chegaremos lá.
- Não tenho tempo!
- Gostaria de ter um dia de 40 horas.
- Nunca tenho tempo para nada.
Levante a mão quem costuma dizer alguma dessas frases – ou qualquer variante delas.