O Final da Jornada
By Nospheratt • Oct 8th, 2008Para quem se foi, e para os que ficaram.
Eu quisera que a história fosse diferente.
Que nossos caminhos não fossem divergentes, que não nos houvéssemos afastado.
Que as mentiras fossem verdades, que aquilo que imaginei não fosse tão somente um sonho.
Que o amor não tivesse sido negado, e que abandono fosse nada mais que uma palavra.
Que houvessem risos, e segredos compartilhados, e colo e abraços.
Era uma vez uma princesinha chamada Rosa.
Rosa nasceu e cresceu num mundinho cor de rosa. Desde pequena, foi acostumada a estar rodeada daquela cor açucarada. Sua mamãe, a rainha, encarregou-se de que tudo, desde as paredes e os tapetes, até os bonequinhos de pelúcia, parecessem feitos de algodão doce.
O perdão. Perdoar a quem nos tem ofendido… Perdoar aos que nos feriram, magoaram, prejudicaram, sacanearam.
Mesmo aos que o fizeram sem dó nem piedade, com intenção, com prazer.
Aos que nos pisotearam a não mais poder, que nos transformaram em pano de chão, em trapo, em tapete de limpar as botas.
Você me disse que está triste. E aqui do outro lado, eu entendo. Creia-me que entendo, sinto, compreendo.
Eu conheço o lado escuro. A tristeza, o medo, a solidão, a incerteza. A dor.
Eu estava preparando a janta e pensando.
(Os afazeres domésticos são uma ótima forma de “meditação”, mas isso é assunto para outro dia.)
Fato é que eu estava cozinhando e pensando. Pensando em como preparar a janta é um ato de amor, um dos atos cotidianos e subvalorizados que na verdade significam tanto, numa relação à dois.
Casamento feliz, quem não quer? Seja que você esteja planejando se casar, ou esteja casa há muitos anos ou seis meses, eu sei que você quer. E eu posso garantir, após quase onze anos de casada, que casamento feliz existe SIM.
O que não existe é aquela meleca açucarada que os contos de fadas e as [...]
Hoje é um dia daqueles. Porrilhões de coisas para fazer, mente em branco, preguiça, um certo desânimo. No entanto, vasculhando meus feeds (A.K.A empurrando o trabalho com a barriga) encontro esta pérola:
Pra quê comprar a vaca se você pode ter o leite de graça?
Quando a gente está com TPM, tudo se acaba-se.
O bom humor, a esportiva, o fairplay. A paciência, o jogo bonito, a capacidade de armazenamento dos pacovás. O senso de humor, a alegria, o deixa pra lá. A finesse, o salto alto, a diplomacia.
Gente, que tristeza… O Alexandre, o marido da Fal, faleceu. Quase todo mundo que eu conheço na blogosfera, principalmente a mulherada, foi abençoado, de uma forma ou de outra, pela Fal. Eu estou aqui hoje, com meus blogs, por causa dela, graças a ela. E muita gente já me disse a mesma coisa.
Eu sei que [...]