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	<title>Deusario &#187; aprendizado</title>
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	<description>Onde As Deusas Se Encontram</description>
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		<title>O Único Conselho</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 16:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nospheratt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma conversa comigo mesma começou com a redescoberta deste texto: Amizade de Adolescente. A conversa continuou em A Amizade, Dezoito Anos Depois, e com A Tribo da Alma. 

Eu tinha 14 anos. E a Nospheratt de hoje se pergunta: O que ela diria da minha casa? E de meus amigos? Das decisões que tomei, e de quem eu me tornei? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma conversa comigo mesma começou com a redescoberta deste texto: <a title="Amizade de Adolescente" href="http://deusario.com/2009/07/amizade-de-adolescente.html">Amizade de Adolescente</a>. A conversa continuou em <a title="A Amizade, Dezoito Anos Depois" href="http://deusario.com/2009/07/a-amizade-dezoito-anos-depois.html">A Amizade, Dezoito Anos Depois</a>, e com <a title="A Tribo da Alma" href="http://deusario.com/2009/08/a-tribo-da-alma.html">A Tribo da Alma</a>.</p>
<p>Eu tinha 14 anos. E a Nospheratt de hoje se pergunta: O que ela diria da minha casa? E de meus amigos? Das decisões que tomei, e de quem eu me tornei?</p>
<p>Que conselhos ela me daria?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://i45.photobucket.com/albums/f77/Deusario/crescimento.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="400" height="286" /></p>
<p>Ela está orgulhosa? Em partes. Há fracassos, falhas, medos, que só eu e ela conhecemos. E embora não esteja orgulhosa deles, ela compreende. E perdoa.</p>
<p><em>Ela queria ser escritora. E morar sozinha. Não sonhava com riquezas, mas com uma vida tranquila.</em></p>
<p>Escritora somos e sempre seremos, embora não do jeito que imaginávamos. Jamais moramos sozinhas, e hoje isso não nos interessa; ambas amamos a pessoa com quem dividimos nosso teto, nossa vida. Ainda não vivemos tão tranquilas como gostaríamos, mas temos fé de que chegaremos lá. Um dia.</p>
<p><em>Ela acha ruim que eu tenha abandonado o artesanato, e que eu invista tão pouco tempo escrevendo coisas criativas. Os blogs são ótimos, mas a nossa escrita costumava ser mais que nada um exercício artístico, poético; e ela pergunta: onde ficou isso? E o artesanato, tantas horas boas passamos entre tintas, papéis, tecidos, gesso&#8230; Onde ficou isso?</em></p>
<p>E não tenho resposta. Claro que se o tempo não chega nem para cumprir compromissos e obrigações, difícil encontrar tempo para &#8220;coisas artísticas&#8221;&#8230; E no entanto, essas coisas eram (são?) importantes para nós. Talvez seja hora de encontrar tempo para a alma&#8230;</p>
<p><em>E ela não entende porquê, agora que posso sair todas as vezes que me der na telha, saio tão pouco. O que aconteceu?</em></p>
<p>Preguiça, frio, cansaço&#8230; A lista de desculpas é enorme. Principalmente no Inverno, que por estas bandas não é nada fácil. Mas não posso deixar de me perguntar, será que passar tanto tempo &#8220;entocada&#8221; não é prejudicial para nós? Será que nosso humor não se beneficiaria de mais tempo fora de casa, fora de quatro paredes?</p>
<p>Da janela, o tempo cinza e chuvoso me acena.</p>
<p>A questão é que eu não sou mais uma menina de 14 anos, e jamais voltarei a ser. Não me sinto velha &#8211; cumprir 32 anos não fez a menor diferença &#8211; mas definitivamente não tenho mais a energia e a disposição da adolescência. Chame-se amadurecimento, envelhecimento, aprendizado, não importa. Eu cresci.</p>
<p>Ninguém me avisou que eu não teria 14 anos a vida toda. Ninguém me disse que um dia eu acordaria, e veria o mesmo rosto no espelho, mas tudo teria mudado. Que eu seria completamente diferente, e exatamente a mesma. Eu não sabia, mas isso já não importa.</p>
<p>O que importa, é que nós chegamos até aqui. Com novas e antigas cicatrizes, um pouco (talvez muito) mais sofridas, mas vivas.</p>
<p>E embora quiséssemos que a vida tivesse sido menos dura, temos orgulho de quem nos tornamos.</p>
<p><em>Conselhos? O único conselho, o mesmo de sempre, aquele que nos trouxe até aqui: tenha fé sempre que possível, e não desista jamais.</em> Quando tudo mais falhar, conte comigo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/revdave/435685578/"></a></p>
<p style="TEXT-ALIGN: right"><em>Imagem:</em> <a title="DaEllis" href="http://www.flickr.com/photos/23771587@N08/2263331111/" target="_blank"><em>DaEllis</em></a></p>

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		<title>A Amizade, Dezoito Anos Depois</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nospheratt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Dezoito anos atrás (Dezoito? PQP, como passa o tempo!!), eu escrevi um texto sobre a amizade. Dedicado aos meus amigos da época. Eu tinha 14 anos.

O texto original está escrito em cursiva, e minhas considerações atuais sobre ele, em fonte normal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dezoito anos atrás (Dezoito? PQP, como passa o tempo!!), <a title="Amizade de Adolescente" href="http://deusario.com/2009/07/amizade-de-adolescente.html">eu escrevi um texto sobre a amizade</a>. Dedicado aos meus amigos da época. Eu tinha 14 anos.</p>
<p>O texto original está escrito em cursiva, e minhas considerações atuais sobre ele, em fonte normal.</p>
<p><img style="margin-top: 10px; display: inline; float: right; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; width: 200px; height: 254px;" title="Páginas Escritas" src="http://i45.photobucket.com/albums/f77/Deusario/pagina.jpg" border="0" alt="Páginas Escritas" width="200" height="254" /><em>O tempo passa e não se detém no dia de hoje, não nos espera.</em></p>
<p>Quanta razão eu tinha. Tanta, que não fazia real idéia do quanto isso é verdade. Quanto mais os anos passam, mais rápido eles parecem ir embora. É tão fácil perder um dia depois do outro, desperdiçar semanas e meses sem ao menos perceber o que a vida tem de belo. O que merece ser celebrado, desfrutado, aproveitado. Vivido.</p>
<p>Hoje eu sei que tempo desperdiçado é vida desperdiçada. Não no sentido materialista &#8220;tempo é dinheiro&#8221;, mas tempo desperdiçado em coisas vazias, mecânicas; tempo que não é usado para dar um abraço, um sorriso, uma palavra de ânimo. Tempo jogado na lata do lixo do arrependimento, da inércia, do medo. Tempo gasto em lamúrias, quando você poderia dar de ombros e dizer sorrindo: Ces&#8217;t la vie.</p>
<p><em>O que nos resta é apenas a esperança de um jamais e as lembranças que ficam dos sonhos que deixamos e das pessoas que amamos.</em></p>
<p>Oh, as frases dramáticas dos 14 anos&#8230; Na verdade, nos resta muito mais. As lembranças nos acompanham sempre, mas com 32 anos posso dizer que &#8220;esperança de um jamais&#8221; é algo que fica para trás com a adolescência; se você amadurece como deve ser, essas esperanças inalcançáveis são substituídas por sonhos e objetivos, por planos e projetos. Difíceis talvez, mas nunca impossíveis.</p>
<p>O que nos resta, além das lembranças, é a certeza de que sem importar quantas vezes tropeçamos e caímos, podemos erguer-nos outra vez. É o orgulho de ter vencido inúmeras batalhas. A satisfação de saber-se independente e dona do seu narizinho; o prazer e a alegria de poder recomeçar, quantas vezes sejam necessárias ou apropriadas.</p>
<p>E o tempo bem aproveitado, bem vivido. Os objetivos alcançados, as lições aprendidas, os sonhos conquistados &#8211; tudo aquilo que na adolescência não passava de promessas vagas e distantes.</p>
<p><em>A vida nos ensina a ser duros de coração e a não termos sentimentos. A única coisa que permanece sempre, mesmo que a vida pareça não ter valido à pena, são as lembranças.</em></p>
<p>A vida foi dura comigo desde sempre, e por isso aos 14 anos eu escrevi sobre &#8220;<em>ser duros de coração e não termos sentimentos&#8221;,</em> e por isso achava que a vida poderia parecer não ter valido à pena. Com os anos, aprendi que é necessário proteger meus sentimentos, não ser &#8220;dura de coração&#8221;.</p>
<p>E aprendi que a vida sempre vale à pena, por muito dura que seja. As lembranças estão todas aqui, mas também o amor dado e recebido, e todas as coisas que já mencionei neste texto. Além de uma fascinação e uma curiosidade pelos novos capítulos desta aventura que eu chamo de vida; capítulos que se renovam todos os dias, embora eu tenda a esquecer disso.</p>
<p><em>Hoje estamos juntos, com os mesmos sonhos, o mesmo entusiasmo pela vida, as mesmas descobertas. Isso também vai passar um dia. Talvez nos separemos, pois nada é para sempre.</em></p>
<p>De fato, nos separamos. Nenhuma das pessoas que eu chamava de &#8220;amigo&#8221;, faz parte da minha vida hoje. Essas pessoas, com quem compartilhei meus sonhos, descobertas e entusiasmo de adolescente, ficaram para trás.</p>
<p>A principal razão é a separação geográfica, pois me mudei muitas vezes e hoje resido em outro país. No entanto, me pergunto: será que se eu tivesse permanecido no mesmo lugar, seríamos amigos ainda? Quanto dessas amizades de adolescência estão baseadas na convivência &#8220;forçada&#8221; pelo colégio onde estudamos ou o bairro onde vivemos, e quanto em genuína afinidade?</p>
<p>Claro que amizades profundas e verdadeiras nascem dessas circunstâncias; mas a maioria das amizades que eu tinha eram mais que nada circunstanciais. Ou todas elas, melhor dizendo. Mesmo com quem eu considerava &#8220;minha melhor amiga&#8221;, nunca senti uma verdadeira comunhão de alma; coisa que eu só experimentaria muitos anos depois. Com pessoas que nessa época, eu nem sonhava que poderiam existir.</p>
<p><em>No futuro, quais lembranças teremos do momento que vivemos agora?</em></p>
<p>Guardo boas lembranças. Nessa época, eu fiz parte da minha primeira tribo; e embora não fosse meu verdadeiro &#8220;clã&#8221;, aquele ao qual pertenço por questões de alma, foi extremamente agradável sentir, pela primeira vez na vida, que eu pertencia à um grupo e era aceita por ele.</p>
<p>Além disso, nessa época tive meus primeiros namorados, e levei meu primeiro fora. Embora isso tenha sido meio catastrófico para mim (afinal, eu era adolescente), hoje vejo tudo isso apenas como etapas necessárias do crescimento. Nem mais, nem menos.</p>
<p>É um pouco melancólico pensar que essas poucas coisas inesquecíveis, o são pelo que representam (etapas de crescimento) e não porque haja nada de particularmente memorável nelas. Mas&#8230; Ces&#8217;t la vie. <img src='http://deusario.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Quero lembrar de vocês para sempre. E quero que lembrem de mim. Quero que terminemos o caminho juntos, porque juntos vivemos o tempo dos nossos melhores sonhos. Para que esses sonhos não se percam.</em></p>
<p><img class="alignleft" style="border: 0pt none; margin-top: 10px; display: inline; margin-bottom: 10px; width: 293px; margin-right: 10px; height: 400px;" title="A Amizade, Dezoito Anos Depois" src="http://i45.photobucket.com/albums/f77/Deusario/musa.jpg" border="0" alt="A Amizade, Dezoito Anos Depois" width="293" height="400" /></p>
<p>Não sei se essas pessoas lembram de mim, mas isso hoje realmente não faz diferença. Eu lembro deles. Simplesmente, porque eles fizeram parte dessa etapa da minha vida.</p>
<p>Olhando hoje, posso dizer com objetividade que não havia nada de especial na nossa relação &#8211; nem de minha parte, nem da parte deles.</p>
<p>Se houvesse, essas relações teriam sobrevivido ao tempo e à distância; se fosse realmente importante, teríamos encontrado formas de manter a amizade viva.</p>
<p>O melhor de tudo, é que eu estava redondamente enganada.</p>
<p>O tempo dos melhores sonhos, é o hoje. Agora mesmo, neste minuto. Os sonhos não se perderam, eles cresceram comigo. Evoluíram, criaram asas, abarcaram o mundo.</p>
<p>Alguns desses sonhos se tornaram minha realidade de hoje; outros se traduziram em planos e projetos que são o meu cotidiano.</p>
<p>Mas sem dúvida nenhuma, o tempo dos melhores sonhos é o presente. Porque eu não perdi a capacidade de sonhar, de reinventar sonhos antigos, de abrigar novos sonhos.</p>
<p>Porque eu descobri que os sonhos podem se tornar realidade. Basta que eu não os abandone, e que me disponha a fazer o esforço necessário para torná-los realidade.</p>
<p><em>Mas, acima de tudo, porque considero vocês meus amigos. Acima de tudo.</em></p>
<p>Fui completamente sincera quando escrevi isso. A questão é que eu não tinha noção do que significava realmente &#8220;amigos&#8221;, quando o escrevi.</p>
<p>Eu achava &#8211; e coloque isso na conta da inexperiência &#8211; que amizade era simplesmente o resultado da convivência, que significava diversão compartilhada com pessoas que me agradavam. Algo bastante superficial, que no momento eu avaliava como profundo.</p>
<p>Muitos anos se passariam, antes de que eu pudesse avaliar o que realmente é uma amizade verdadeira.</p>
<p>Ainda tenho muito que dizer sobre isso. Vai ficar para o próximo post. E ainda não respondi a pergunta do final do post anterior: será que a menina que escreveu esse texto estaria orgulhosa da pessoa que se tornou?</p>
<p>Imagens: <a title="Laineys Repertoire" rel="nofollow" href="http://www.flickr.com/photos/76283671@N00/157844870/" target="_blank">Laineys Repertoire</a> &#8211; <a title="King Chimp" rel="nofollow" href="http://www.flickr.com/photos/33122834@N06/3228417501/" target="_blank">King Chimp</a></p>

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		<title>Amizade de Adolescente</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nospheratt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[No Dia do Amigo, eu lembrei de um texto que eu escrevi sobre amizade, quando tinha 14 anos.

Lá fui eu, revirar a montanha de cadernos que guardo (e que só cresce, pois apesar do computador, da Internet e do Evernote, continuo sem me separar do papel), até encontrar o bendito. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="Dia do Amigo" href="http://diadefolga.com/dia-do-amigo/" target="_blank">Dia do Amigo</a>, eu lembrei de um texto que eu escrevi sobre amizade, quando tinha 14 anos.</p>
<p>Lá fui eu, revirar a montanha de cadernos que guardo (e que só cresce, pois apesar do computador, da Internet e do <a title="Evernote - Ótima Ferramenta Para Gerenciar Informação" href="http://blosque.com/2008/09/evernote-otima-ferramenta-para-gerenciamento-de-informacao.html" target="_blank">Evernote</a>, continuo sem me separar do papel), até encontrar o bendito. Aqui está ele (e é pior, estilisticamente falando, do que eu lembrava):</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img style="display: inline; width: 400px; height: 260px;" title="Amizade de Adolescente" src="http://i45.photobucket.com/albums/f77/Deusario/caderno.jpg" border="0" alt="Amizade de Adolescente" width="400" height="260" /></p>
<p><em>O tempo passa e não se detém no dia de hoje, não nos espera. O que nos resta é apenas a esperança de um jamais e as lembranças que ficam dos sonhos que deixamos e das pessoas que amamos. A vida nos ensina a ser duros de coração e a não termos sentimentos. A única coisa que permanece sempre, mesmo que a vida pareça não ter valido à pena, são as lembranças.</em></p>
<p><em>Hoje estamos juntos, com os mesmos sonhos, o mesmo entusiasmo pela vida, as mesmas descobertas. Isso também vai passar um dia. Talvez nos separemos, pois nada é para sempre.<br />
No futuro, quais lembranças teremos do momento que vivemos agora?</em></p>
<p><em>Quero lembrar de vocês para sempre. E quero que lembrem de mim. Quero que terminemos o caminho juntos, porque juntos vivemos o tempo dos nossos melhores sonhos. Para que esses sonhos não se percam. Mas, acima de tudo, porque considero vocês meus amigos.</em></p>
<p><em>Acima de tudo.</em></p>
<p><em>Julho &#8211; 91</em></p>
<p>Após reler o texto, fiquei pensando em como ele seria, se fosse escrito hoje. E em quantas coisas eu estava certa ou errada, nas coisas que escrevi.</p>
<p>Eu estou vivendo agora o futuro do qual essa menina falava. Será que ela se decepcionaria, ao ver como as coisas aconteceram? Será que ela teria orgulho da pessoa que se tornou?</p>
<p>Hum, este assunto acaba de se tornar mais profundo do que eu pretendia. Com licença, vou meditar um pouco sobre isso &#8211; e volto no próximo post.</p>
<p>Imagem: <a title="Amir K." rel="nofollow" href="http://www.flickr.com/photos/childofwar/3097124543/" target="_blank">Amir K.</a></p>

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