Não importa as “armas estratégicas” que a Vida use, eu sempre ganho a batalha Dela; Ela já usou armadilhas na forma de grandes problemas, como contas para pagar, falta de dinheiro, visitas, pressa; também tormentas na forma de brigas e desavenças, ou chuva na forma de tristeza e dor pelos que já se foram.
Hoje na sociedade moderna se fala das Deusas como seres mitológicos, arquétipos, símbolos do nosso inconsciente que se expressam em nós de diversas formas.
Formas que nomeamos para poder controlar, dominar, subjugar; na verdade só tentamos fazer isso com aquilo que não compreendemos, que não podemos admitir como existindo fora da realidade que nosso conhecimento finito concebe.
Três anos atrás começava no dia 5 de Junho uma história que passaria por muitas transformações, mas que sempre continuaria fiel aos princípios de sua origem e da Mulher que a gerou.
Esta história fala de Amor, de família, de amizade, de projetos, do mundo feminino, de tempestades e de crescimento…
A história que eu conheço é bem diferente das histórias cristãs e judaicas que demonizaram Lilith (as quais são as que a maioria das pessoas conhecem). Essa história me foi legada como uma herança.