
Photo Credit: Woodleywonderworks
Eu sempre gostei de aprender coisas novas. Palavras, conceitos, jeitos de fazer coisas. Aprendo milhões com a Nospheratt e sua organização. As planilhas do Projeto Deusas são o que existe para a gente fazer micropassos funcionarem – e chegar ao fim do ano como cada uma quiser: mais magra, mais equilibrada, com a vida em ordem.
A minha vó postiça, que se foi semana passada, sempre dizia: o que seria do amarelo se todo mundo gostasse do azul? Se é assim, porque é tão difícil a gente se sentir bem dentro da própria pele? Aceitar o peso, o jeitão do cabelo ou o tipo de pele. Ficar satisfeita com uma relação – profissional ou pessoal -, então, é um exercício.
Em agosto, tive a oportunidade única de viver dois eventos absolutamente diferentes: o Luluzinha Camp e o BlogCamp 2008. Duas experiências e jeitos que até hoje me colocam para pensar na vida.
Será que vale a pena a gente tentar homogeneizar tudo? Publicidade faz isso, comunicação em massa (TV, rádio, jornal, revista) faz isso. Blogs fazem isso? A princípio, não. Mas quantas vezes a gente não encontra no leitor de feed a mesma opinião com palavras diferentes e vários blogs?
O que me dá um gosto danado, quando penso e navego pelo blogroll do Luluzinha (tá faltando gente ainda, vocês acreditam?) é o tanto de diferença que tem por lá. Uma coisa de louco! Ops, louca!
Tá, temos várias lojinhas. Mas a Denize e a Raquel não têm nada a ver. A Fofysfactory e a MukifuChic também não. Cada uma tem seu jeito, seu estilo, seu lugar. E nem estou falando de todas, hein? Só uns exemplinhos para mostrar.
Nos encontros, são estas diferenças que promovem a graça. É delas que podem nascer conversas, aprendizados, descobertas. Hoje, num bate-papo, descobri que existe uma igreja para tirar sarro dos criacionistas. E olha, galera, a coisa que mais me bota pra ferver na vida é esta crença horrorosa de que a teoria da evolução não vale. Estes negos deveriam ser condenados a ser protozoários para o resto da eternidade. Afinal, de que lhes valem os bilhões de neurônios? Ah, tá, diferença é legal, mas burrice não vale, né?
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Plágio é CRIME!
Lucia Freitas Mulher, blogueira e jornalista. Escreve muito. Seus assuntos preferidos? Quase tudo. Adora uma boa discussão, conversar com amigos, novidades, gadgets.
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O que causa o fenômeno “diferença” é principalmente o produto de nossos pensamentos; a conexão que é feita com o exterior e o interior (em nossos sonhos e denaveios, talvez…) e o que resta de tudo que vimos e o processamento que fazemos.
Somos mesmo diferentes, todos!!! Não há um ser humano igual em absolutamente nada, somos diferentes em todos os aspectos. Simplesmente porque o produto de nossas reações, ocasionadas em nossa massa cinzenta em primeira instancia, mesmo ditas e concebidas ou porque não dizer, percebidas por iguais, são na verdade são diferentes.
Mas como as diferenças são salutares… como nos fazem seres magníficos e mesmo sem percebê-las a contento sempre valorarmos o outro, mesmo que seja pejorativamente… mas o importante é que fazemos e o quanto é importante isso, porque se assim não fosse tanto faria eu nascer em uma família ou em outra, casar com Maria ou Joana… etc.
Amo as diferenças, amo ler coisas que nos façam pensar como os antigos filósofos que tanto nos ensinaram e contribuiram com este tempo com suas “diferenças”.
Na verdade, temos que louvar as diferenças…
beijão, gostei muito do quie li… me fez muito bem…
meu blogue: heldon.bloguepessoal.com (tem umas diferenças lá também…)