A Revista Época do fim do ano passado trouxe uma matéria muito interessante. Sob o título Viver bem com pouco, ela afirma:
Foi-se a era de esbanjar e ostentar. A nova ordem global impõe consumir com parcimônia e priorizar a recompensa emocional.

Quanta bugiganga!
Em plena crise financeira, não dá mesmo para continuar comprando por impulso. Aliás, a compra por impulso nunca foi um bom negócio.
Ser consumista não deveria ser motivo de orgulho, como se vê com tanta frequência por aí. O consumismo destrói suas finanças e, de quebra, agride o meio-ambiente. Além disso, em alguns casos encobre carências e anseios bem mais profundos (e menos compráveis) que possuir o notebook de última geração ou o celular touch screen. Atuando como válvula de escape e proporcionando gratificação instantânea (que desaparece tão rápido quanto chega), a compra por impulso desvia o foco das suas reais necessidades.
Além do consumismo, outra coisa que nos afasta de uma vida mais leve é o hábito de acumular. Você não usa aquele vestido há anos, mas continua guardando para uma ocasião especial. Nunca mais vai ler Pollyanna, mas nem pensa em doá-lo para uma biblioteca.
Com tudo isso em mente, olhe ao seu redor e veja:
Agora, o que você acha de reeducar seus hábitos de consumo?
Você não precisa abrir mão de cada item, ou resistir a cada desejo. A reportagem da Época menciona o blog de David Bruno, que resolveu viver por um ano com 100 coisas: David Michal Bruno: 100 Things Challenge. Não é preciso chegar a tanto. Também não é necessário mudar-se para uma casa de 6,5 metros quadrados, outra sugestão da matéria. Pequenas mudanças de comportamento já fazem a diferença na conta bancária, na melhoria da qualidade de vida (dando mais valor ao que realmente importa) e no controle do desperdício. Quer ver?
Experimente. Uma vida com menos tranqueiras e menos gastos é uma vida mais prática!
Foto: Blip. Creative Commons.
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Plágio é CRIME!
Lu Monte adorava atari, papel de carta e livros. Hoje adora internet, seriados e livros (porque certas coisas não mudam). Escreve por vocação, tem mania de listas e guarda os cds em ordem alfabética.
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Uma iniciativa interessante é o http://www.livralivro.com.br que tenta fomentar a troca de livros pela internet. De certa forma, ele reduz o consumo. Espero que gostem.
Muito bacana esta matéria!
Afinal, tudo o que é demais é BREGA (e pouco tb!)…
Sempre uso a palavra NORMAL na minha vida: escassez e exageros são coisas horríveis!
E quanto a doações aqui: ótimnas as dicas, há muita gente precisando de livros/roupas/outros.
Reciclagem/aproveitar materiais usados é uma boa, os potes de vidro de azeitonas/outros podem ser usados para: porta objetos, ou até mesmo decorá-los (como faço algumas técnicas artesanais, os uso como FALSO VITRAL: lindos mesmo).
Ah, e não se esqueçam das SACOLAS ECOLÓGICAS: as uso e não pretendo aposentá-las!
Rodrigo
http://rodrigo-arte.blogspot.com/
Poxa Rodrigo, eu nunca vi gente que PRECISE de livros, convenhamos que, quem realmente precise é um lutador e poderá obtê-los em bibliotecas, quem simplesmente recebe livros de graça vai usa-los como mero suporte de cama, a verdade é que devemos cobrar esforço tbem de quem queira, e convenhamos, um livrinho no sebo ta 5 reais, menos que uma cerveja e um cigarro